ABORTO


ABORTO
Existem dois tipos de aborto: o natural e o provocado. Embora a ciência médica nem sempre sxaiba explicar as causas, algumas mulheres abortam naturalmente, o que pode ser um recurso da natureza para sanar problemas de defeitos ou outras complicações, antes do nascimento.


Os abortos provocados são clinicamente simples, se realizados por um médico competente, nas primeiras fases da gravidez. Existem duas razões para se provocar o aborto:

1º Quando esta medida é necessária para salvar a vida da Mãe - é denominado aborto terapêutico.

2º Para conveniência da Mãe, ou porque é solteira ou porque não quer a criança. Em tais casos, as pessoas que tomam a decisão de abortar devem tomar sobre si a responsabilidade pelo acto.


Os cristãos em geral sabem que a Bíblia condena o aborto; muitos apoiam se no sexto mandamento como justificativa para condenarem o aborto. O problema é que a Bíblia não define claramente quando é que o óvulo fecundado se torna pessoa - no momento da concepção, ou depois, quando o embrião se transforma num ser humano completamente formado, entre os três e os seis meses. Se considerarmos o óvulo fecundado apenas como uma "celula viva" que tem a possibilidade de tornar - se um ser humano, será mais fácil aprovar certas modalidades de aborto, do que se crermos que a alma entra na pessoa no momento da concepção.


Nós nos opomos ao aborto provocado, quando motivado por razões pessoais ou egoístas, mas aceitamos o aborto terapêutico, nos raros casos em que um médico cristão, um pastor e os pais da paciente concordam em que ele deve ser praticado no interesse da mãe ou da criança. Se, porém, uma moça ou mulher tem um comportamento imoral e se engravida, deve arcar com as consequências de seu acto, e dar à luz a criança. Se se trata de moça menor, recomendamos que se procure um casal cristão, que deseje adotar uma criança para que fique com ela imediatamente após o nascimento. O pai da criança deve pagar todas as despesas necessárias, mais a pensão da jovem durante o período de gravidez.


Não cremos que um casamento forçado seja a solução mais adequada em todos os casos, pois dependeria da idade dos dois e de serem ambos convertidos. Não temos dúvidas que, a menos que o casal seja suficientemente maduro para se casar, vão iniciar a vida se ndo um erro trágico, para consertar um pecado infeliz. É melhor que confessem o pecado a Deus, e depois, numa atitude responsável, façam o que for melhor para a criança que ainda está por nascer.


Tim & Beverly Lahaye
Responsável do Blogger JORGE SALVADOR

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